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Necessidade de aprendizado cresce em função das exigências do mercado e da relação com clientes franceses, como confirmam nossos alunos Renzo e Rafaela, gestores na Albioma e na Azul Linhas Aéreas.

 

por Pauline Charoki

A retomada do protagonismo da França na geopolítica mundial reafirma a importância da língua francesa em diferentes áreas, como as da diplomacia e do comércio internacional. Atentos à necessidade de expandir sua clientela e de aprimorar os canais de contato com os colaboradores estrangeiros, funcionários de empresas nacionais e francesas instaladas no Brasil estudam francês com o IFESP, para responder às novas demandas do mercado de trabalho.

É o caso da nossa aluna Rafaela Macedo, 26, que trabalha na companhia Azul Linhas Aéreas. Analista de planejamento estratégico na empresa, ela compreendeu a relevância do domínio do francês e aceitou o desafio de aprender o idioma. “Viajo a trabalho para a França e para a Bélgica com certa frequência. Senti a necessidade de falar a língua local, para me relacionar melhor com esse público”, afirma.

Em busca de aprimoramento profissional, Rafaela avalia o ‘peso’ que a nova língua trará para sua carreira e para projetos no longo prazo. “Já falo inglês e espanhol, o que é de praxe no meu trabalho, em companhia aérea. Mas agora o francês será um diferencial que eu terei”, enfatiza.

 

Empresas multinacionais 

Muitas empresas são parceiras do IFESP no ensino de francês para seus funcionários, como é o caso da Albioma Participações do Brasil.

Na filial da empresa francesa, vários alunos estudam através da metodologia inovadora do IFESP, com instrutores nativos franceses. De acordo com o gerente de Recursos Humanos, Rober Renzo, 44, o aprendizado é essencial para o relacionamento entre os colaboradores, que, assim como no IFESP, compõem uma equipe mista franco-brasileira.

“É muito importante poder falar no idioma de nossos colegas, além de otimizar nossas possibilidades de contato com o mercado francês”, frisa Rober. Ele próprio é aluno do IFESP e decidiu aderir à iniciativa. “Agora que estou aprendendo francês, já começo até a entender, por meio da comparação entre as estruturas das línguas, os erros de português cometidos por meus colegas”, brinca.

 

“Manter a cabeça funcionando”

Além da importância profissional de aprender francês, Rober destaca, com seu olhar de gestor de RH, outros benefícios que o estudo da língua agrega ao cotidiano do funcionário.

“Aprender algo novo é uma atividade que faz bem para o cérebro, para a cognição. Na fase adulta, isso é um desafio gigante, redobrado. Não há dúvidas de que isso seja uma das melhores atividades para manter a cabeça funcionando”, pondera.

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