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Instituto é parceiro estratégico de membros do Poder Judiciário que almejam aprimorar seu nível de francês em busca de ascensão na carreira ou para cursar uma especialização na França.

 

por Pauline Charoki

O IFESP está ao lado dos servidores públicos, de todas as esferas, em seus projetos acadêmicos e profissionais, visando a contribuir para a excelência daqueles que atuam no Poder Público,ou dele são representantes. É o caso dos membros do Judiciário: juízes e auxiliares da Justiça estudam com o IFESP, nas modalidades semipresencial e fully online, com o objetivo de incrementar seu currículo e, até mesmo, melhor embasar seus conhecimentos jurídicos calcados no Direito francês.

A juíza do trabalho Beatriz Helena Miguel Jiacomini é um exemplo dessa parceria de sucesso. Juíza do Tribunal Regional do Trabalho em Santana de Parnaíba e aluna do IFESP, ela se destaca por seu afinco no aprendizado da língua e se prepara para ingressar nas turmas de nível intermediário. “Meu objetivo é falar francês com fluência e fazer um curso de especialização no exterior, em direito trabalhista ou processual civil, para complementar minha formação”, conta a juíza.

Beatriz está atenta às oportunidades de estudo oferecidas pelo Tribunal, que permite aos juízes a realização de cursos de pós-graduação em outros países, em convênio com universidades estrangeiras. Para além da satisfação que os estudos agregam, os juízes podem vislumbrar um “salto” hierárquico em função das formações complementares.

“Após a especialização, há grandes possibilidades de ascensão na carreira, pois a Justiça trabalha com critérios de promoção por merecimento, através de um sistema de pontos internos”, explica a juíza. Assim, o estudo do francês é o início de uma jornada que pode se revelar um verdadeiro “trampolim” profissional.

 

Qualidade do ensino

O analista judiciário Alexandre Barreira é outro aluno do IFESP que caminha em rumo ao diferencial que uma nova língua estrangeira agrega ao currículo de qualquer profissional, sobretudo o francês, língua da diplomacia e base bibliográfica de diferentes disciplinas. No caso de Alexandre, que também estuda psicanálise, não há como negar a influência da escola francesa e, logo, a importância de dominar o idioma.

“Já falo fluentemente inglês e espanhol. Decidi começar a estudar francês por causa do grande diferencial que isso pode trazer à minha carreira e também para apoiar a base teórica dos meus estudos”, afirma o analista.

Alexandre atua no Tribunal Regional Federal e participa semanalmente das aulas de nível básico no IFESP e aprova a metodologia de ensino do instituto. “O curso é muito bom, estou bastante satisfeito. Em menos de um semestre, já adquiri o vocabulário básico para me comunicar minimamente, sem dificuldade”, avalia.

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DEPOIMENTOS

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